«Cada ratinha tem o seu mistério e desvendar uma não quer dizer que percebemos o mistério total», Puchkine, Diário Secreto
quinta-feira, junho 22, 2006,9:55 da manhã
Livro da semana

Mais uma semana, mais um livro...
Desta feita, e sob sugestão de uma crónica deste senhor, lá me pus a caminho para ir ler este livro,.
Numa só palavra: delicioso.
Aqui já deixei o poema inicial que até acho que será um dos próximos requisitados para um futuro recital.
A estrutura barroca da narrativa apenas lhe confere um tom ainda mais irónico. O facto de ter sido publicado pela primeira vez em 77 ajuda-nos a integrá-lo numa época e num tipo de crítica mais ou menos evidente.
Há, contudo, um desafio que lanço a todos os estruturalistas: quantas vezes aparece escrita a fatal palavra "filho-da-puta"?
Quem quiser responder não é bem vindo.
O grande defeito que tenho a apontar é mesmo o facto de eu me conseguir facilmente identificar com alguns dos estereótipos de filho-da-puta apresentado. Mas isso terá que ser debatido de mim para mim a fim de chegar a algumas conclusões sobre o rumo da minha vida. Talvez deva mesmo começar a ler os escritos reflexivos do Dalai Lama.
 
posted by magnuspetrus
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