«Cada ratinha tem o seu mistério e desvendar uma não quer dizer que percebemos o mistério total», Puchkine, Diário Secreto
quinta-feira, agosto 17, 2006,9:06 da manhã
Livro da semana
Seguindo a senda do Francisco José Viegas, aqui fica a minha proposta de leitura de As duas águas do mar que me conseguiu finalmente pôr a beber o chá Porto Fermoso do Açores que aí tinha.
Mais uma vez o Inspector Jaime Ramos (que já quase começa a ganhar um lugar no meu imaginário ao lado de um Poirot) tem duas mortes aparentemente desconexas. Claro está que o anterior "aparentemente" não ali está ao acaso. E por isso mesmo vale a pena ler.
Bem, não é só por isso. É igualmente pelo prazer enorme de exaltação de um quotidiano de tabaco e álcool, com especial destaque para dois (tidos) parentes pobres da coisa: os Açores e a Galiza.
Já agora, as descrições sobre comida são tenebrosamente aliciantes...
 
posted by magnuspetrus
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