«Cada ratinha tem o seu mistério e desvendar uma não quer dizer que percebemos o mistério total», Puchkine, Diário Secreto
segunda-feira, setembro 18, 2006,9:22 da manhã
CAF II
Sendo um estranho numa terra estranha, apanho um autocarro e quando na última paragem pergunto ao motorista onde fica já não sei o quê, o senhor responde-me com um grunhido, sendo-me apenas perceptível que aquela era a última paragem e porque é que ainda não tínhamos saído.
Agradeço, e vejo-me numa terra deserta onde os únicos seres vivos perceptíveis num raio de 500m (mais ou menos o que ainda permite a minha deficitária visão) são magrebinos.
O que vale é que ao chegar ao hotel e deparar-me com esta vista faz esquecer muita coisa...
 
posted by magnuspetrus
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