«Cada ratinha tem o seu mistério e desvendar uma não quer dizer que percebemos o mistério total», Puchkine, Diário Secreto
quinta-feira, janeiro 11, 2007,11:19 da manhã
Livro da Semana

Seguindo a onda inaugurada pelo grande êxito de Dan Brown, Irvin D. Yalom, propôs-se a seguir a linha, mas sem a presença do mistério divino.
E para isso, nada melhor do que Nietzsche, o famoso assassino de Deus.
A ideia prometia, pois ao juntar o Dr. Breuer, amigo de Freud e um Nietzsche doente, pode-se anunciar algo de grandioso.
Se calhar até é, mas acho que o romance fica um pouco aquém das expectativas. Isto, porque o sr. Veiga tinha-me dito maravilhas do romance.
É engraçado, mas não genial.
No final há umas notas de enquadramento histórico, que tanto lá podiam estar, como não.
Sei que não vou ler o outro deste mesmo senhor Yalom e que mete Schoppanheur.
Se calhar, aproveito a onda e escrevo um qualquer que se chame: Quando o Pessoa se embebedou.
Pode ser que se venda
 
posted by magnuspetrus
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